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Sexta-feira, Dezembro 29, 2006

Canhão do Rio Forcadura - Sanabria, Espanha, Dezembro 2006

O segundo dia de actividade de Sanabria perspectivava-se mais trabalhoso. Como foi descrito em artigo anterior, no primeiro dia estivemos a fazer o Canhão do Rio Terá que deu bastante trabalho, especialmente se nos recordarmos das travessias do rio.

Neste dia o grupo tinha como objectivo fazer o percurso denominado como Canhão do Forcadura que, efectivamente, é muito mais extenso que somente o trajecto real que compreende este canhão.

A primeira parte do percurso é muito simples, indo nós por um caminho muito bem marcado e sempre com o rio à nossa esquerda. Mas, após o atravessarmos, já perto do planalto, o caso muda de figura, o percurso deixa de ser evidente desaparecendo a indicação de caminho a seguir.

No planalto encontramos uma teia de potenciais caminhos que nunca temos a certeza de o serem.

É aqui que os conhecimentos de orientação começam a fazer a diferença, especialmente se os temos, ou não, e se temos a certeza de saber o que estamos a fazer.

Cuidado … ter a certeza não implica estar a fazer correctamente o que temos de fazer e é neste contexto que podem ser cometidos “excelentes” erros.

Já no planalto, chega o momento de deixar o caminho evidente e seguir o caminho que na noite anterior o grupo havia marcado no mapa para ser percorrido.

Param, falam, discutem, surgem as primeiras birras, são resolvidas e seguem caminho … continuam a acertar. É um bom grupo em termos de orientação.

As conversas sucedem-se mas a audição selectiva não funciona na totalidade, não é ouvida uma “pequena” alteração necessária ao objectivo global e que faz com que sejamos levados a atravessar o rio para a outra margem.

Felizmente, por estas paragens o rio Forcadura ainda é estreito e dá-nos muitos pontos possíveis de o atravessarmos.

A experiência de atravessar rios do dia anterior ainda está muito presente no espírito de todos, o que faz com que a prudência tome lugar perante a razoabilidade. Conclusão: ninguém consegue ver os pontos mais óbvios de passagem e procuram a máxima facilidade que, obviamente, não encontram.

Mas, de espírito mais leve a este respeito, o nosso “Penetra” não compreende a actuação do grupo e, com ar displicente e mãos nos bolsos, automaticamente detecta a passagem e … simplesmente passa.

Meus senhores e minhas senhoras … o homem só faltou ser sovado … a inveja é coisa mesmo feia.

(resta dizer que o Sr Penetra não esteve na actividade do dia anterior onde passámos duas experiências “traumatizantes” onde tivemos de atravessar o enérgico rio Tera)

Os resultados da surdez selectiva não se fizeram esperar e um pouco mais adiante tivemos de voltar a passar o rio para o lado de onde tínhamos saído.

Adivinhem quem voltou a encontrar a melhor passagem e o voltou a fazer de mãos nos bolsos?

Adivinharam … V.Exª o Sr. Penetra.

Se alguns de vós estão a pensar que foi só a repetição consecutiva de um acaso … pensem bem … pois a isto se costuma dar outro nome.

O nosso objectivo passou a ser encontrar o refúgio que aí existe e se dá pelo nome de Chanza de la Mayada e que o encontrámos a 45 minutos de caminho.

É um refúgio não guardado, muito asseado e espectacular para bivacar uma noite ou duas.

Aproveitámos a passagem por este refúgio para retemperar forças, comendo a nossa merenda e redefinir objectivos visto que tendo perdido algum tempo de manhã, não tínhamos agora possibilidade de completar o percurso que havíamos marcado.

Abandonámos a ideia de passar pela Lagoa das Salinas e decidimos ir dali directamente para a Lagoa das Éguas.

Isso fazia com que tivéssemos de vencer um desnível de cerca de 300m por uma pendente muito inclinada.

Nesta subida os menos preparados fisicamente acusaram o esforço e fizeram as consequentes promessas de regresso ao ginásio.

Perdoem-me as comparações mas estas decisões são como algumas promessas de almofada … vãs.

A visão da Lagoa das Éguas e a descida que teríamos de efectuar até à Lagoa dos Peixes aliviou de imediato o cansaço.

De modo a que a equipa possa ir controlando o seu desempenho em termos de orientação, de hora em hora a equipa vai tendo que dizer onde está e compara com o que o GPS indica e dessa maneira esta equipa vai dando excelentes provas de uma perfeita orientação, cumprindo os tempos e sabendo com exactidão onde se encontram a cada momento.

Os objectivos de orientação e planeamento de actividade estavam cumpridos na íntegra e a sugestão de terminar a actividade no Lago dos Peixes foi aceite de imediato.

De entre os vários grupos que já passaram pelo PFA (Percurso Formativo em Alpinismo), este foi, sem margem de dúvida, o que cumpriu os objectivos com maior grau de sucesso.

Todos ficámos com pena de não termos encontrado neve mas sobre isso nada podíamos fazer.

Foi um dia muitíssimo tranquilo de paisagens amplas, do género de paisagens que nos relaxam.

Ao ver o grupo já começo a imaginar como será a actividade de Bejar. Aí sim já com neve, muita neve, vertentes geladas e um rapel suspenso que fará a delícia dos participantes.

Até lá, um bem-haja,

David Monteiro

PS: Obrigado André pelas tuas fotos excepcionais.

Sexta-feira, Dezembro 22, 2006

Feliz Natal de 2006

Sorri ao teu amigo e estende a mão ao desconhecido.
Faz desta quadra o verdadeiro Natal.

Um bem-haja,
David Monteiro



The Madagascar Penguins In Christmas - video powered by Metacafe

Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

O Jantar de Natal do David

Vim de lá agora, foi só o tempo de meter o carro na auto-estrada para Oeiras.

Gostei!

De que é que gostei ?

Pois de ver o David e o seu sorriso inconfundível, de ser ternamente recebida por ele ( eu andava um pouco desaparecida e ele disse pura e simplesmente que eu era bem vinda...).

Gostei das brincadeiras permanentes do
António João Trinitá, a um ritmo alucinante: trocadilhos, jogos de palavras, ironia permanente, assim é este meu novo amigo!

Gostei de ver caras que me são familiares de outros contextos: o Afonso, cordial, a Ana, sempre com um pouco de reserva, o Vasco, atrasado como sempre, a Ana Isabel e o seu ar de pequena princesa moderna, o Fernando calmo e simples, a Margarida, bem-disposta e boa conversadora, a Teresa, simpática, sempre com o seu ar ponderado e calmo.

Gostei de ver todos os outros, caras simpáticas, ainda que deles desconheça o nome.

Vi imagens das actividades do David, neve, rios, paisagens que muitos reconhecem e vão comentando : " Olha, aquela ali é a Irene... ", " Ali estás tu ! ", " Aqui estivémos parados, lembram-se ? " ....

É um grupo de amigos, sente-se. Eu conheço ainda poucos, estive doente e não pude fazer muitas das actividades, mas fiquei com vontade de participar mais. O David divulga o que quer fazer no próximo ano, promete passeios e desportos em que muitos deste grupo (e não só )possam participar, porque as diversificará convenientemente...

O jantar estava bom, " buffet" muito bem servido e variado. Não comi doces mas vi a Ana Isabel a lamber-se toda com o que roubava do prato do David ,enquanto ele elucidava os presentes sobre o calendário do próximo ano.

À saída, um participante ( bonito, de cabelo apanhado atrás, como é que ele se chama , David ? ), desejou-me : " Feliz Natal ! ".

Vim a ouvir essa frase até chegar a Oeiras. Obrigada, sei que terei o meu Natal mais rico, por essa frase, porque foi dita com sinceridade, eu senti que era quente e verdadeira!

Obrigada, David !

Feliz Natal para todos os que estiveram no Natal do David ! "

Maria Leiria de Mendonça



Nota de David Monteiro:

Maria,
Muito obrigado pelas tuas palavras.
Fico contente por teres gostado e espero que os demais tenham também apreciado o momento.
Espero também que gostes da imagem que coloquei, achei apropriada.
Um Feliz Natal para ti e para todos.

Um bem-haja,
David Monteiro

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

Pelas encostas do Lago de Sanabria, Espanha, Dezembro 2006

Faz tempo que queria completar um circuto circular que resulta da junção de três percursos que li no livro “Guia del Parque del Lago de Sanabria” da colecção “Las Mejores Excurciones Por …”

Os percursos são:
Ruta 5 – La Senda de Los Monjes
Ruta 6 – Cañon del Rio Terá
Ruta 7 – Cueva de San Martin

Juntando esses tês percursos temos um percurso circular de beleza digna de nota.

Mesmo não conhecendo os percursos não era difícil adivinhar que valeriam a pena pelo enquadramento de qualquer um deles.

Quando chegámos ao terceiro dia de actividade, alguns decidiram que era tempo de descansar e ir fazer turismo gastronómico mas os mais persistentes optaram por continuar as andanças, não obstante o mau tempo que já se fazia adivinhar.

O SLB e o Trinitá optaram por sair mais cedo e fazer as “Rutas” 6 e 7, enquanto que eu e a Carlota fazíamos a “Ruta” 5.

Por volta das 09:00 já deixava os dois companheiros na curva da estrada que dá início à “Ruta 7 – Cueva de San Martin”.

São Pedro esteve mesmo à espera do momento em que estes dois partiram para começar a fazer-se notar.

O caminho parecia-me muito evidente e, até onde a vista alcançava, alternava entre a vegetação densa e amplos descobertos que obrigatoriamente deixavam ver a imensa paisagem deo vale que descia sobre os seus pés.

Três horas mais tarde também nós demos início ao nosso pequeno percurso mas nessa altura já o São Pedro falava em voz alta e a chuva não parava de cair.

A Senda dos Monjes começa onde os dois companheiros iriam terminar o Canhão do Rio Terá.

Calculado o tempo para o nosso percurso e o tempo que os outros companheiros necessitariam para fazer os dois percursos, pareceu-me que iria funcionar bem.

O percurso que escolhemos estava completamente enlameado e, aqules animais simpáticos chamados vacas, vão deixando “presentes” poelo caminho, já sendo por rvezes difícil de distinguir o que é lama do que … não é.

Nos locais onde não há lama há água que usa o percurso como leito, pois já não lhe chega o seu curso de tão farto que está.

Este é um daqueles percursos que podemos considerar de muito simpático. Curto, evidente, bonito e fácil … muito fácil

A meio do caminho um punhado de homens tentava-se divertir à custa da vida de um javali que (naturalmente) tentava não colaborar … ainda se caça …

Mas tirando este detalhe para mim grotesco, tive a oportunidade de conhecer um percurso que vale a pena fazer.

Uma bonita vista sobre o Lago de Sanabria, por uma perspectiva que não demasiado longe para nos distanciarmos nem demasiado perto para perdermos a perspectiva, diria ser esta a distância certa.

Mas como os percursos também nos ficam gravados pelo quanto contente estivemos, a boa companhia que a minha companheira me proporcionou também contribuiu largamente para a boa memória que me ficou deste dia.

Obrigado Carlota pela tua companhia e paciência :)

Uma chamada telefónica interrompe as nossas conversas para nos avisar que os dois companheiros já haviam terminado a sua actividade.

Pouco tempo depois vi que as horas teriam sido razoavelmente bem calculadas pois por volta das 15:00 já nos reuníamos todos como fora previsto.

“Porque disseste para irmos por cima?”

Trinitá perguntava-me a razão de os ter enviado no percurso que foram em vez de lhes ter dado a opção contrária.

O olhar inquisitivo colocava um grande ponto de interrogação na sua pergunta e por uma rara ocasião, vi o olhar calado do SLB (sim … calado … eu sei que é difícil de acreditar).

Mas de imediato estes dois pares de olhos deixaram transparecer a emoção que já se lia em voz alta estampada nos sorrisos e expressões faciais.

Foi impossível não me deixar contagiar de imediato por essa onde de frenesi. Senti aquele “rush” que nos invade e estremece.

Já adivinhava que para estes dois companheiros teria sida um daqueles dias que fica no nosso rol de histórias para contar.

Começaram a desbobinar a sua aventura e não mais pararam de se atropelar um ao outro com a força do discurso.

“Lindo, lindo, lindo …”

Já se tornava repetitivo mas sentia-se que as palavras tinham dificuldade em fluir fixando-se nos adjectivos mais evidentes, talvez porque estas palavras tivessem mesmo que dizer o que realmente significavam.

“Epah … o caminho inicial termina no dito lago, aquele onde depois começa a descida do Canhão do Terá … mas é uma paisagem que não se consegue descrever …”

“E descer aquele lajedo de granito do Canhão do Terá?” “Impressinante … muito escorregadio, tínhamos que ir quase sentado e sempre a ver quando escorregávamos por ali a baixo … e era com cada escorregadela que não lembrava ao diabo …”

Os olhos brilhavam e as histórias sucediam-se em fragmentos como mantas de retalhos, aparentemente desconexos preenchiam todo um conjunto coerente.

Eu não parava de imaginar o que teria sido e a minha ânsia crescia à medida que as imagens eram projectadas na minha cabeça.

Juntava o percurso que tinha acabado de fazer com o percurso feito dois dias antes e, ao resultado só faltava imaginar a parte que ainda me falta.

Trocam-se promessas de regresso em dias maiores e mais solarengos, ficam os sorrisos e os olhares para testemunhar os desejos de futuro mas, entre todos resta a partilha de um dia com história, história para contar.

Um bem-haja,
David Monteiro


PS: As fotos foram maioritariamente cedidas pelo amigo Trinitá

Segunda-feira, Dezembro 11, 2006

Canhão do Rio Tera - Sanabria, Espanha, Dezembro 2006

Como primeiro dia da primeira actividade do Percurso Formativo em Alpinismo, para a época de 2006/2007, escolhemos fazer o percurso que sobe o Canhão do Rio Terá, no Parque Natural do Lago de Sanábria, em Espanha.

Em Ribadelago, estacionámos os carros no parque de estacionamento que também indica o início do percurso. À nossa frente vemos grandes elevações graníticas e já imaginamos o rio a forçar passagem por entre a rocha granítica.

Cá em baixo temos de ultrapassar uma incómoda cascalheira de pedras roliças que se estende a toda a largura do ampliado leito do rio. Em momentos de grandes enchentes o rio estende os seus braços ampliando o seu leito, dando assim origem a este espaço que mais parece o fundo seco de um aquário gigante.

O terreno plano e alargado contrasta com a encosta à nossa frente mas outros contrastes são também motivo de nota, aqui o rio corre tranquilo, se bem que vigoroso enquanto que lá em cima vemos grandes cascatas que denunciam águas rápidas e furiosas.

Comparámos as indicações que encontramos numa placa com a descrição do percurso que temos no nosso livro e nem tudo coincide. É altura de olharmos para o mapa e tirarmos as nossas próprias conclusões que viríamos a confirmar.

O caminho é evidente, não apresenta por isso grande complexidade, deixando-nos comparar a nossa progressão com o que o mapa nos indica.

Rapidamente constatamos que o rio tem muito maior caudal que o habitual e, quando se torna necessário atravessar para a outra margem, damos conta que o habitual “saltinho” é agora uma considerável travessia por cima de águas geladas e revoltas. Os outros locais onde normalmente se pode fazer esta passagem estão submersos e nas redondezas todos os outros “spots” estão ainda mais difíceis de se passar.

A solução é simples: vamos fazer um pequeno dique e passamos por cima.

Sob o olhar atónito e incrédulo da maioria, começámos a por pedra sobre pedra. Forma-se uma fila que passa pedras de mão em mão e num ápice algo parecido com um pequeno dique começa a tomar forma.

Está construída a solução que mesmo assim não excluirá a possibilidade de molharmos os pés e, quem sabe, algo mais.

A passagem dos primeiros dá algum alento aos restantes. Mas, quando alguma pedra se solta e algum pé inevitavelmente entra dentro de água surgem as hesitações, mas ninguém ficou do outro lado para contar como foi.

Apesar de termos de abandonar o local por ser tempo de andanças, obra de engenharia foi considerada como digna de registo.

Há percursos bonitos, há muitos percursos bonitos mas há os que ficam a pertencer à nossa colecção de tesouros e este é seguramente um deles.

Neste espaço, o tempo permitiu e favoreceu o jogo da água e da pedra e, se costumamos dizer que água mole em pedra dura tanto dá até que fura, esta afirmação toma particular relevância neste percurso.

A passagem da água literalmente serrou o granito e o considerável desnível da encosta encarregou-se de dar a possibilidade de termos aqui um impressionante conjunto de cascatas.

A subida passa por grande lajes de granito perfeitamente polido, o que torna este percurso extremamente perigoso em momentos de chuva quer na subida quer na descida.

Íamos a meio da subida e não nos dávamos conta que o intenso caudal do rio ainda nos reservava mais surpresas.

Ao chegarmos a certo ponto, o adiantando da hora e o imenso caudal que se concentrava entre duas pedras escorregadia, pressionou a decisão no sentido de terminarmos por ali a jornada, mesmo sabendo que para o final não faltava sequer 1 km.

O nível das águas cobria principalmente a pedra da margem para onde teríamos de saltar e esta estava visivelmente escorregadia. Como se não bastasse, a menos de dois metros deste local as águas precipitavam-se para uma cascata lindíssima mas que favorecia uma queda muito desagradável.

No regresso achámos que o nosso famoso dique poderia já não estar em condições de aguentar uma segunda travessia e optámos por tentar encontrar um caminho alternativo que nos levasse até à ponte perto dos carros. Mas o final do dia aproximava-se rapidamente e não tardou a escurecer, tornando literalmente impossível concluir tal tarefa.

Não nos restou outra solução que voltar a passar o rio mas, desta vez, teríamos de o fazer noutro local, sem que víssemos exactamente como o faríamos.

Um conjunto de vidoeiros tombados para o leito do rio deu-nos a solução.

O conceito era: a união faz a força.

Ao pisarmos um só dos seus ramos este cedia mas ao nos deitarmos sobre toda a ramagem esta aguentava espectacularmente o nosso peso.

Um a um, rastejando, uns mais que outros, passamos a margem por cima das águas que corriam ruidosamente.

O Carlos no início, eu no meio e o André na outra ponta dávamos apoio na passagem dos vários companheiros.

Começaram a passar com algum receio mas não tardaram a ganhar confiança e assim começaram grandes performances que animaram o momento – grande Mena, terás de ensinar ao pessoal as técnicas que aplicaste.

Já todos do outro lado da margem foi notória a alegria do grupo que não tardou a revelar alguns fadistas intrépidos que tiveram performances majestosas.

E o dia chegou ao fim e entre nós ficou mais um dia de história conjunta.

Este é o maravilhoso grupo que até ao final do primeiro trimestre de 2007 ainda nos proporcionará muitas histórias:



Um bem-haja,
David Monteiro


PS: As fotos foram gentilmente cedidas pelo André a quem agradeço pela mestria.