terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

2017 07 01 - Trekking no Parque Nacional de Aigüestortes

Trekking no Parque Nacional de Aigüestortes (Carros de Foc) , Pirenéus, Espanha

Carros de Foc, um dos mais espetaculares percursos de trekking dos Pirenéus, com cerca de 200 lagos e cumes que rondam os 3000m de altutide e, ainda assim, de dificuldade moderada.


Partida: 1 de Julho, 2017 - Chegada: 7 de Julho, 2017
Data limite de inscrição: 15 de Maio de 2017
Local de partida e chegada: Barcelona, Espanha
Lac-Negre-001---Spain

O Parque Nacional de Aigüestortes

O Parque Nacional de Aigüestortes localiza-se na zona central dos Pirenéus e é o único Parque Nacional situado na Catalunha dividindo o seu território entre as comarcas de Vall d’Aran, Pallars Sobirá, Alta Ribagorça e Pallars Jussà, cerca de 200km’s a oeste de Andorra.
Criado em 1955 cobre hoje em dia uma área de aproximadamente 40.000 hectares considerando as zonas periféricas protegidas e é um espaço natural de extrema beleza em que os elementos água e granito aparecem no seu máximo esplendor em combinações surpreendentes.
Com uma elevada concentração de cumes que rondam os 3.000m, como seja o Punta Alta (3.015m) e o Contraix (2.960m) estabelece-se um elevado contraste com os vales de verde profundo onde correm riachos de águas cristalinas.

O Percurso Carros de Foc

O percurso a realizar tem aproximadamente 75Km que se dividem em 7 etapas/dias.
É um percurso circular, também conhecido como Carros de Foc e atravessa montes e vales onde o caminhante encontrará lagos de água cristalina que refletem as silhuetas de montanhas graníticas.
A altitude média do percurso situa-se na quota dos 2.500m, chegando por vezes muito próximo dos 3.000m.
Durante o percurso o caminhante terá oportunidade de visitar 8 refúgios de montanhas entre os quais serão utilizados 6 para pernoitar e tomar refeições.
O recurso a refúgios de montanha para pernoitar e tomar refeições permite que os participantes não tenham que transportar peso excessivo nas mochilas.
Além do mais, estes refúgios são um ponto de encontro de caminheiros de vários pontos do globo e a troca de experiências cria momentos inesquecíveis.
O ritmo confortável e as distâncias moderadas tornam este percurso acessível à maioria dos caminheiros mesmo com pouca experiência. O apoio do guia dará a componente de enquadramento técnico fundamental para que cada participante traga para casa excelentes memórias desta viagem.

Alojamento

As 6 noites desta viagem serão passadas em refúgios de montanha no Parque Nacional de Aigüestortes.
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Refúgios de montanha

Há muitos tipos de refúgios de montanha e as experiências que possamos ter tido em alguns locais não serão necessariamente iguais às vivências que poderemos ter no Parque Nacional de Aigüestortes.
No contexto de refúgios de montanha a nível europeu, estamos perante um conjunto de refúgios com muito boas condições, com muito boa gestão e muito bem frequentados.
São construções de pedra e alvenaria, com interiores de madeira para maior nível de conforto e a maioria disponibilizando água quente para duches.
Com lotações que variam entre 20 e 70 pessoas dependendo da sua dimensão, oferecem um conjunto de serviços variados não perdendo o seu carisma montanheiro que os caracteriza.
Cada refúgio tem a sua gestão própria variando assim algumas pequenas regras fundamentais para o bom convívio entre os montanheiros que aqui afluem vindos de locais tão diversificados.
As fotografias que pode ver na galeria de imagens dão uma ideia do aspeto de alguns dos refúgios utilizados nesta viagem.
Para o Participante que não tenha experiência de refúgios de montanha esta é uma excelente oportunidade de experimentar. A Organização disponibiliza-se para dar o apoio informativo que ajuda na preparação dos menos experientes nestes contextos.
Os Participantes que já têm experiências anteriores possivelmente irão ficar muito agradados com as condições que aqui irão encontrar.

Alimentação

Do jantar do primeiro dia ao pequeno-almoço do sétimo dia, as refeições serão as fornecidas pelos refúgios de montanha onde ficarmos alojados e estas refeições estão incluídas no preço da viagem.
Os ditos refúgios fornecem o pequeno-almoço, a merenda de almoço e o jantar.
Estes refúgios oferecem opção vegeariana bastando para tal serem avisados no momento da reserva.

Mochila do dia e restante bagagem

Durante o tempo de caminhada os Participantes levarão consigo a mochila com o que necessitarem para o período da caminhada.
Por motivos de segurança não é permitido deixar bagagem na viatura de transporte que ficará em estacionamento público. Qualquer outro acordo será combinado individualmente.

Vestuário, calçado, mochila e outros itens individuais

A Organização disponibiliza-se para dar apoio informativo a todos os participantes que assim necessitem no sentido de melhor se prepararem.

Deslocações durante a viagem

Durante a viagem haverá apoio logístico de viatura que fará os transfers constantes no programa detalhado e cujo serviço está incluído no preço da viagem.

Programa Detalhado

O Programa Detalhado faz parte da documentação que o Participante recebe quando é confirmada a viagem.

Viagem de Avião

Estas viagens poderão ser adquiridas diretamente pelo Participante à companhia aérea ou através da agência de viagens nossa parceira.

Estrutura diária

Não obstante as pequenas diferenças diárias ditadas pelas especificidades de cada etapa, um dia típico será:
08:00 – Pequeno-almoço
09:00 – Início da jornada diária. Durante o percurso existirão vários momentos de paragem por motivos variados
16:00 – Chegada ao refúgio de montanha e final da jornada diária
19:00 – Jantar

Participantes

Adultos. Máximo de 7 e mínimo de 4 participantes.

Seguro

O preço inclui seguro de acidentes pessoais durante os momentos de atividade.

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Preço

665€/Participante
Desconto de 7€ a quem tenha o seu endereço de email registado no site https://montesevales.net/.
O Preço inclui: Participação na viagem aqui exposta com os transfer mencionados, 6 pernoitas em refúgios de montanha em regime de pensão completa, seguro de acidentes pessoais durante os momentos de atividade, enquadramento técnico e IVA à taxa legal.

Reservas

Lembre-se:   Deixar tudo para a última hora não compensa. Resultará em custos acrescidos e dificuldades de reserva. Quanto mais cedo fizer a sua reserva maior será a probabilidade de haver lugar nos refúgios e maior será a sua probabilidade de vir a ter umas férias de sonho.
Enquanto o evento está online é porque temos vagas para acolher a sua inscrição.Para reservar será necessário:

1) enviar um email para geral@montesevales.com com os nomes e datas de nascimento dos participantes para a efetivação do seguro de acidentes pessoais

2) seguidamente deverá fazer o respetivo pagamento para IBAN PT50 0007 0000 0031 3261 0162 3

3) enviar algum tipo de comprovativo para o email acima referido.

Em caso de dúvida contacte: geral@montesevales.com +351 914 794 553

A inscrição será considerada apenas com o respectivo pagamento.

Importante: Por motivos logísticos, após esta data limite de inscrição não será possível aceitar inscrições.

Cancelamento

100% devolução até ao final do dia anterior do limite de reserva. Sem lugar a devolução a partir do dia do limite da reserva.

www.montesevales.com

Montes e Vales é uma marca registada da Iberhills – Eventos e Viagens, Unipessoal Lda

RNAAT: 338/2016 Turismo de Portugal

RNAVT: 6246 Turismo de Portugal

Reconhecimento Turismo de Natureza, ICNF

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Alambre, Moscatel de Setúbal da JMF

Alambre, Moscatel de Setúbal da JMF

Há pequenos prazeres que dão mais côr à vida tal como saborear um moscatel de Setúbal ao final da tarde, se puder ser acompanhado com uma torta de Azeitão tanto melhor.

Neste caso, delicio-me com um vinho José Maria da Fonseca neste final de dia frio mas com sol.
Venham mais momentos assim.
David Monteiro

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Salada de batata em Santo Antão, Cabo Verde

Salada de batata em Santo Antão, Cabo Verde

Como encaixamos uma salada de batata numa caminhada em Santo Antão?

Depois de ultrapassar os 750m de desnível que nos separavam de Cabo de Ribeira (Paúl), estávamos em Cova, a cratera de um antigo vulcão que estará extinto há mais anos do que aqueles que saberei referir.
Foi uma valente caminhada, exigente mas que ainda assim me deixou disponibilidade mental para apreciar a paisagem na subida, sempre fugindo de um nevoeiro que nos perseguiu encosta acima por esse caminho serpenteado.
Já na caldeira, circundámos a cratera pela direita vendo ainda mais abaixo os orgulhosos verdes campos de cultivo de milho e outros produtos. Às nossas costas afastava-se o portal que cruzámos para deixar a ascensão e por onde entretanto apareceram as nuvens que nasceram da névoa que nos perseguiu ao longo da subida.
Essa neblina ganhou muitas tonalidades de cinzento que contrastavam com o céu azul. Naturalmente relacionei esta neblina com o verde da cratera e rapidamente fica descoberto o mistério da exuberância que aqui dominava.
Não sendo uma subida extenuante, ainda assim foi o suficiente para me dar uma imensa tranquilidade e ajudar ao disfrute das pequenas coisas como seja a beleza paisagística das montanhas abrutas à nossa volta ou apreciar o modo de vida de quem aqui trabalha arduamente.
O estômago não tarda a lembrar-nos da sua existência e de que desde o pequeno-almoço não via alimento.
Tinham-me falado de um bar/restaurante por estas bandas mas que ninguém conseguia garantir que estivesse aberto.
Não foi difícil encontra-lo e, se a simpatia saciasse a fome como a alma nada mais teríamos almoçado. Porém, tudo isto é muito bonito mas haveria que satisfazer as necessidades terrenas.
A escolha não existia pelo que pedimos o que havia: uma salada com batatas de sequeiro e tomate e outro prato com salada de queijo de cabra.
Olhei de viés para as batatas sem grande vontade mas com fome. Não gosto de batatas mas lá teria que ser.
Nunca pensei que algum dia poderia fazer uma crítica positiva a batatas cozidas mas na verdade foi uma das refeições mais memoráveis da minha vida.
Foi bem temperado pela fome?
Não digo que não. Mas se sim, então aconselho a que da mesma forma o façam caminhando antes de aqui comerem mas creio que não é o caso, as batatas eram de elevadíssima qualidade, cozidas na perfeição, o tempero de azeite, orégãos e alho estava divinal e, para fazer jus a tal iguaria as batatas acompanhavam-se com tomate cujo sabor parecia concentrado.
Não esperava que na zona se cultivasse tomate, habituado que estou a tomate da Península Ibérica e menos preparado ainda estava para encontrar-me com tão bons frutos aqui plantados.
Fica a sugestão para quem por essas zonas ande e a certeza que não será a ultima vez que visitarei tal local só esperando que possa repetir a iguaria.
David Monteiro

Regresso ao Vale do Douro, Portugal

Regresso ao Vale do Douro, Portugal

Volto às caminhadas no Vale do Douro após uma ausência de um par de anos.

Tudo começará no Porto e daqui entraremos para uma vivência plena de temas vinícolas ligados à mais antiga região (de produção de vinho) demarcada do mundo, o Vale do Douro.
Gosto disto. Gosto das gentes, gosto do local, gosto do vinho e da comida e nem sei do que não gosto.
Se ao longe tudo o que vemos são vinhas, quando chegamos mais perto vemos as amendoeiras, os medronheiros, oliveiras e pequenas flores silvestres a perder a conta.
Em cada estação somos maravilhados de forma diferente e é isso que espero que venha acontecer no próximo ano.
David Monteiro

Alambre, Moscatel de Setúbal da JMF

Alambre, Moscatel de Setúbal da JMF

Há pequenos prazeres que dão mais côr à vida tal como saborear um moscatel de Setúbal ao final da tarde, se puder ser acompanhado com uma torta de Azeitão tanto melhor.

Neste caso, delicio-me com um vinho José Maria da Fonseca neste final de dia frio mas com sol.
Venham mais momentos assim.
David Monteiro

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Caminhar e fotografar na Lagoa do Fogo, São Miguel, Açores

Caminhar e fotografar na Lagoa do Fogo, São Miguel, Açores

Não há forma de fotografar mal a Lagoa do Fogo.

Com máquinas mais sofisticadas ou com simples smartphones, qualquer fotografia desta lagoa está condenada ao sucesso.
Quando aqui passamos, ou paramos, encontramos sempre o miradouro da lagoa cheio de carros parados, montes de gente a registar o momento e os barulhinhos das máquinas já quase que fazem parte da paisagem. Não consigo entender o que leva alguns destes aparelhos a ter um barulho a fingir que é uma máquina a disparar ... a Humanidade é estranha.
O local é tão giro que até qualquer selfie parola não tem como ficar mal.
Alguns caminheiros começam aqui o trajeto que os levará até Água d'Alto mas, no meu caso, este é um excelente ponto de passagem e, apartado um pouco dos locais mais concorridos, não haveria melhor vista para acompanhar o trincar da merenda.
A caminhada que me faz passar por aqui começa nas Caldeiras da Ribeira Grande onde fazemos o trajeto conhecido como Salto do Cabrito que por trilhos e veredas ligamos à Logoa do Fogo e a seguir é tudo a descer até à Praia de Água d'Alto ... como diz o povo "a descer todos os santos ajudam".
Divirtam-se,

Regressar e fotografar São Vicente, Cabo Verde

Regressar e fotografar São Vicente, Cabo Verde

Mindelo, a capital de São Vicente, é fotogénica, tem uma luz fantástica e cores muito contrastantes.

Passei muito tempo sem ir a São Vicente, a minha terra natal de onde saí há muitos anos e onde só voltei um par de vezes durante a adolescência.
Regressar foi uma torrente de emoções positivas, uma viagem que começou com o recolher de cartografia, leitura de livros e relatos de viagens que ficavam aquém das expetativas mas que me davam informações muito úteis.
É fácil calcular que muita expetativa minha sobre São Vicente só poderia dar em alguma desilusão, é normal mas não necessariamente negativo porque também da frustração surge a força de explorar novos ângulos ou procurar o que é verdadeiramente bom em cada local em vez de procurar no local o que nós já pensamos ser bom.
Rever os familiares foi o objetivo óbvio e o que mais tinha certo de ser cumprido mas o que fazer para além disso? Caminhar, andar de bicicleta … ou simplesmente usufruir da paisagem e dos lugares?
Claro que deve estar a pensar: “Então e a gastronomia? A cachupa etc etc” … “E o grogue e o ponche?” … é lógico que tudo isso terá o seu lugar próprio e de destaque mas não agora.
A dita desilusão não tardou em aparecer em forma de edifícios por terminar e tijolos entremeados com cimento. Um cenário que é uma doença que a cidade tem que resolver porque esta enfermidade, por si só, poderá vir a ter consequências nefastas no turismo da ilha.
Ao ver este postal terceiro mundista vemos o feio e o turismo persegue o bonito.
De entre as atividades possíveis e que gosto de fazer, tentei andar de bicicleta mas não encontrei onde pudesse alugar algum equipamento razoável e por isso desisti da ideia.
Caminhar era sempre uma boa possibilidade, afinal de contas é a atividade mais versátil que existe. Mas haverá algum trilho que me possa encher as medidas?
As descrições que li não eram muito empolgantes e isso deixou-me na retranca. Ainda assim, houve um trilho que me fez levantar o sobrolho e que mais tarde se revelou espetacular.
A maior surpresa sobre o que fazer revelou-se na minha cidade.
Mindelo, a capital da ilha, é fotogénica, tem uma luz fantástica e cores muito contrastantes.
Com isto não quero dizer que existam muitas oportunidades de fotografias de pessoas com olhos esbugalhados ou com turbantes exóticos, quadros fotográficos que comparo à muito reproduzida pintura do menino com a lágrima no olho. Há inclusivamente o problema dos edifícios inacabados que são horríveis.
Então o que captar?
Os azuis do mar contra o negro da rocha vulcânica ou os rudimentares botes coloridos retratam bem algumas realidades locais e o cair do dia revela que a cidade se vai expandindo para outros horizontes da baía do Mindelo riscando o enquadramento com pontos de luz.
Dentro da tipologia de fotografia que mais gosto tinha encontrado os meus temas.
Para mim, acima da caminhada ou passeios de bicicleta, foi a fotografia que imperou em São Vicente e que nos trilhos mais emblemáticos tal como o percurso que nos leva da praia de São Pedro ao Farol D. Amélia teve o seu auge de encanto.
O suave cair da noite fez as minhas delícias e quero agradecer ao meu cunhado Aires Almeida ter-me criado a oportunidade de registar a minha cidade de um spot fantástico.
Vai a São Vicente? Leve a máquina fotográfica.
Bem-haja,
David Monteiro

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

2017 02 26 - Peddy Paper - Dias de Lisboa

2017 02 26 - Peddy Paper - Dias de Lisboa

Peddy Paper - Dias de Lisboa

Data do Evento: 26 Fev 2017   ***      Data Limite de Inscrição: 20 Fev 2017

O QUE VAMOS FAZER

Este jogo é um peddy paper que o levará a caminhar pelas ruas de Lisboa que seguramente conhece mas onde terá que reparar em muitos detalhes que talvez nunca tenha notado.
 Os grandes temas são: Terramoto de Lisboa e Conquista do Castelo.
É um jogo por equipas, ativo, divertido e onde ao mesmo tempo põe à prova o seu poder de observação.
Poderá participar individualmente ou em grupo.
Adequado para adultos e jovens com mais de 9 anos desde acompanhados por adultos.

PROGRAMA

09:30 Concentração na Baixa de Lisboa
10:00 Início do jogo
13:00 Fim do jogo e calculo de pontuações
13:30 Anúncio da equipa ganhadora

REFEIÇÕES

As refeições estarão a cargo dos participantes.
Durante o jogo haverá possibilidade de reabastecimento.

PREÇO, RESERVAS E CANCELAMENTO

Preço adultos, menores ou seniores:
- com email registado no site montesevales.net: 9€/pessoa
- sem email registado no site montesevales.net: 10€/pessoa
Grupos com 10 ou mais elementos: desconto de 0,5€ por cada elemento inscrito nas condições acima referidas.
Reservas e informações:
Enquanto o evento está online é porque temos vagas para acolher a sua inscrição.
Para reservar será necessário:
1) enviar um email para geral@montesevales.com com os nomes e datas de nascimento dos participantes para a efetivação do seguro de acidentes pessoais
2) seguidamente deverá fazer o respetivo pagamento para
IBAN PT50 0007 0000 0031 3261 0162 3
3) enviar algum tipo de comprovativo para o email acima referido.
Em caso de dúvida contacte:
geral@montesevales.com +351 914 794 553
Máximo de 50 inscrições realizadas até à data limite de reserva.
A inscrição será considerada apenas com o respectivo pagamento.
IMPORTANTE: por motivos logísticos, após esta data limite de inscrição não será possível aceitar inscrições.
Cancelamento:
100% devolução até ao final do dia anterior do limite de reserva.
Sem lugar a devolução a partir do dia do limite da reserva.
Algumas fotografias de eventos anteriores:
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Cascata da Ribeira Grande, Ilha das Flores, Portugal

De Santa Cruz das Flores para a Fajã Grande, uma imensa cascata, a Cascata da Ribeira Grande.

Estava na Ilhas das Flores, Açores, de férias e, ao contrário do resto do ano, não queria caminhar nem fazer qualquer tipo de atividade física. Queria usufruir do local dado que atividade física já a tenho durante o resto do ano.
Mas há dois dias que chovia torrencialmente e fazia um mau tempo muito caraterístico da tipologia de surpresas que os Açores nos pode oferecer. O tempo estava tão mau que as ligações de e para as Flores foram cortadas e ficámos sem poder ir passar uns quantos dias à ilha do Corvo.
Também caraterístico dos Açores é a rapidez com que tudo muda pelo que de repente o sol apareceu como se nada tivesse acontecido e toda a vida seguiu em frente, mas a revisita à ilha do Corvo acabou por ter que ficar para outra altura já que era tempo de seguir para o destino seguinte, a Fajã Grande.

No caminho de Santa Cruz das Flores para a Fajã Grande houve algo que nos interrompeu a viagem e não consegui resistir à fotografia cliché ... uma imensa cascata que havia engordado com toda a chuva dos últimos dias ... irresistível.
Mas o que pensei que seria simplesmente a repetição de um momento tal como tantas outras cascatas fotografadas, acabou por se tornar um breve encantamento.
O nome da cascata creio quer Cascata da Ribeira Grande mas não tenho a certeza e por isso peço a quem seja mais sabedor que me informe.
Cliché? Seguramente … mas venham mais momentos destes.

Trekking no Parque Nacional de Aigüestortes, Espanha

O trilho de trekking Carros de Foc, no Parque Nacional de Aigüestortes e Lago de Sant Maurici, na Catalunha, é um dos percursos que mais gosto.

Porquê não sei mas o espaço tranquiliza-me como todos aqueles jogos de lagos e picos graníticos.
Naturalmente que o meu gosto pessoal por locais com cascatas, riachos etc muito contribui para esta preferência já que em Aigüestortes há uns duzentos lagos.
Conheci este parque com o meu amigo Carlos Queirós em Junho de 2005.
Foram umas belíssimas caminhadas em que num dos dias quando caminhávamos entre o Refúgio Ventosa i Calvell e o Refúgio do Lago Llong, olhámos um para o outro após duas horas de tagarelice pegada e perguntámos "mas sabes para onde estamos a ir?" e simultaneamente a nossa resposta foi "pensava que estavas tu com atenção".
Claro que estávamos completamente perdidos num trilho que não era o que queríamos e acabou por ser muito divertido e nos deu a possibilidade de corrigir a rota e conhecer locais onde nunca mais voltei a passar por falta de oportunidade, não obstante regressar a este parque frequentemente com grupos de caminhantes.
Como é de calcular, nesse dia atrasamo-nos e acabámos por chegar ao refúgio do Lago Llong um pouco antes da hora do jantar, o que já deixava os guardas do refúgio em cuidados com a nossa demora. É de referir que em Junho, quando a temporada começa há poucos trekkers e os guardas dos refúgios ainda conseguem ter noção de quem já chegou ou não.
Ao chegarmos vimos que os guardas nos olhavam com um ar misto de espantado e alegria e alguém disse "os russos já chegaram" … é, alguém nos tinha identificado como russos … até hoje fico a pensar como me podem ter confundido com um russo … convenhamos que não tenho pinta de tal nacionalidade.
Nesse dia recordo-me de jantar butifarra, uma típica salchicha catalana que sem calcular na altura me haveria de fartar um dia mais tarde.
Hoje em dia os refúgios são geridos de forma muito autónoma mas em 2007 ainda conjugavam entre eles as ementas de modo que não servissem o mesmo jantar aos caminhantes que faziam o Carros de Foc, o trilho que dá a volta ao parque.
Acontece porém que na primeira semana de Junho. quando davam início à temporada. essa coordenação estava longe de ser perfeita e em 2007 com outro grupo acabei por comer butifarra quatro dias consecutivos por descoordenação dos refúgios e outros acontecimentos que contarei noutro post.
Para completar o ramalhete no último refúgio onde comemos butifarra em 2007, para meu espanto, o guarda chamou-me "russo" lembrando-se da situação de dois anos antes e log se instalou a animação da noite.
Volto a este Parque sempre que posso e, para minha alegria, este Verão lá estarei outra vez se tudo correr bem.
Tenham uma excelente semana,
David Monteiro

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Vias Ferrata de Oleiros e Santa Luzia - inscreva-se

Olá,
Começo a preparar as viagens e eventos para 2017.

A primeira aventura programada será ir conhecer duas vias ferrata que existem na zona de Oleiros e Santa Luzia.

Temos feito algumas vias ferrata em Portugal e Espanha em que pequenas histórias podem ser seguidas aqui: https://montesevales.net/category/via-ferrata/
Como sabem, ou calculam, são muitas mais as aventuras já concretizadas do que as histórias escritas … pelo menos por enquanto. Talvez um dia as consiga passar a escrito e nesse caminho escrever as aventuras que entretanto passámos.
Nos últimos anos foram instaladas algumas vias ferrata em Portugal aumentando o pequeno número existente em Portugal. Neste pequeno país estamos atrasados em relação a vias ferrata mas cá vamos nós passinho a passinho tentar acompanhar o que outros países já fazem excelentemente.
Tenho como objetivo ir visitar a via ferrata de Oleiros e a via ferrata de Santa Luzia nos finais de Abril 2017 e deixo aqui o convite a quem se quiser juntar à aventura.
São duas vias ferrata com distintos níveis de dificuldade sendo uma simples, a de Oleiros, e outra um pouco mais difícil, a de Santa Luzia. Devido ao nível de dificuldade das vias ferrata só poderei aceitar participantes que já tenham tido alguma experiência de via ferrata e que estejam em boa condição física na altura.
Assim sendo fica estabelecida a sequência: Oleiros no sábado e Santa Luzia no domingo.
Percorrer cada uma das vias ferratas demorará uma manhã ou uma tarde pelo que haverá a possibilidade de conjugar com uma caminhada em cada um dos dias.
As vias ferrata estão a 2h30m de viagem de Lisboa e por isso haverá que sair de Lisboa numa sexta-feira ao início da tarde (+/- 15h) e estar de regresso a Lisboa ao final da tarde (+/-18h) de domingo.
Cada sessão de via ferrata ocorrerá com o máximo de 1 Monitor + 4 Participantes simultaneamente. O que quer dizer que se existirem 7 Participantes + 1 Monitor teremos uma sessão de manhã e outra da parte da tarde.
Enquanto um grupo escala a via ferrata, outro grupo poderá fazer uma caminhada que será identificada nas redondezas. Naturalmente que estarei na via ferrata e a caminhada será autoguiada mas com a tecnologia hoje em dia existente tal não será um problema.
Datas
12 de Março de 2017 - Data Limite de Reserva
21 de Abril de 2017 – 15:00 – partida de Lisboa
23 de Abril de 2017 – 18:00 – chegada prevista a Lisboa
Transporte
Será em viatura Montes e Vales com saída e regresso a Lisboa.
Caso alguém necessite de recolha ao domicilio esta será por ordem de inscrição e só poderá acontecer para quem viva em Lisboa.
A não utilização da viatura Montes e Vales não altera o valor da viagem.
Alojamento em Oleiros
O alojamento só poderá ser definido mais perto da data do acontecimento pois dependerá da dimensão do grupo e da disponibilidade do hotel. No entanto, apontaremos para um alojamento com um custo de 70€/noite em quarto duplo com pequeno-almoço incluído.
Haverá um hotel recomendado pela Montes e Vales e que será por nós reservado.
No entanto, cada participante poderá organizar o seu próprio alojamento e nesse caso será deduzido o referido valor do preço da viagem. Caso a opção individual seja diferente da proposta por MV’s então cada participante fica com a responsabilidade de deslocação de e para o alojamento pretendido desde o alojamento do grupo.
Refeições
Não estão refeições incluídas no programa com exceção dos pequenos-almoços quando incluídos nos alojamentos contratados.
Poderá haver refeições de grupo em que cada participante será responsável pelos seus consumos e respetivos custos.
PREÇO, RESERVAS E CANCELAMENTO
Preço por participante: 220€/pessoa
Inclui: 2 noites em quarto duplo (hotel referido em cima), organização da viagem, utilização de equipamento de proteção individual apropriado, transporte de e para Lisboa, monitorização nas sessões de via ferrata e seguro de acidentes pessoais.
Mínimo de 5 e máximo de 8 participantes.
Reservas e informações:
geral@montesevales.com +351 914 794 553
A inscrição será considerada apenas com o respectivo pagamento não havendo pré reservas.
IMPORTANTE: por motivos logísticos, após esta data limite de inscrição não será possível aceitar inscrições.
Cancelamento:
100% devolução até ao final do dia anterior do limite de reserva.
Sem lugar a devolução a partir do dia do limite da reserva.
Apoio:
Caso não tenha hábito deste tipo de viagem, teremos todo o gosto em dar-lhe o apoio informativo que necessitar.
"Montes e Vales" é uma marca registada da Iberhills - Eventos e Viagens, Unipessoal Lda
RNAAT: 338/2016 Turismo de Portugal
RNAVT: 6246 Turismo de Portugal
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Picnic em Fuente Dé, Picos da Europa, Espanha

Muito para além de nos permitir subir até lá acima, o teleférico de Fuente Dé eleva-nos até às portas de alguns dos trilhos de alta montanha dos Picos da Europa.

Não duvido que a maior parte dos turistas use o teleférico só para ir até à plataforma superior, tomar um café, quando muito dar uma voltinha  no exterior e tirar umas selfies na varanda metálica que ali existe.
Porém, espero que quem tenha interesse em ler estes textos também tenha alguma curiosidade em caminhar na montanha, usufruir destas paisagens e de toda a energia positiva que aqui podemos absorver.
Por outro lado, também compreendo que muitos de vós podem não ter os conhecimentos e/ou a capacidade que permitam a plena aventura pela montanha. Por isso deixo aqui duas sugestões de percursos com alguma simplicidade mas com grande espetacularidade e que se podem fazer desde a plataforma superior do teleférico de Fuente Dé:
Passeio até ao Hotel Refúgio Aliva e Caminhada à Cabana Verónica.
Para que o post não fique muito extenso irei fazer dividi-lo em dois, colocando num segundo texto a sugestão da caminhada até à Cabana Verónica.

Caminhada até ao Hotel Refúgio Aliva
Antes de mais há que não confundir esta estrutura com qualquer outro refúgio de montanha. Este edifício é um hotel.
Situa-se a 1670m de altitude e em tempos idos foi um pequeno refúgio de alta montanha.
Nos anos noventa foi ampliado e convertido em hotel agora gerido pela Cantur, empresa de gestão hoteleira pertencente ao Governo da Cantábria.
Relativamente aos serviços hoteleiros deste espaço a minha crítica não é boa.
Entre outros problemas que vivi, numa das vezes que aqui estive com grupos fizeram o "favor" do se esquecerem dos picnics encomendados para a manhã seguinte. Para quem não está habituado a estas andanças, o picnic é a nossa merenda/almoço do dia e estamos totalmente dependentes do hotel/refúgio para o fornecimento desta refeição dado que não há nada ao redor onde possamos recorrer para comprar ou fazer.
Naturalmente a consequência foi ficarmos umas quantas horas sem comida e alteramos um pouco o trajeto do dia. Felizmente que, precavidos como somos, tínhamos frutos secos e barritas que ajudaram a ultrapassar o momento.
No entanto, a vista que temos desde a varanda deste o local do hotel é de cortar a respiração e merece uma visita.
Atenção, se não tem muita experiência em atividades de montanha, escolha um dia com bom tempo, sem neve e com boa visibilidade. Assegure-se que consulta o estado do tempo para este local exato.
Este é um percurso com +/- 4Km de ida e outros tantos de regresso em que para lá tem 300m de descidas e no regresso terá igual valor a subir.
O que aqui vou propor é planear um picnic neste local e por isso no regresso, para além de já vir mais leve, a subida servirá para “desmoer” :)
Ao sair do teleférico encontrará uma cafetaria onde tem o acesso ao exterior, logo à saída encontrará um trilho que mais parece um estradão e que segue para norte. Para sul fica a espetacular vista para o vale.
Andando cerca de 1200m para norte encontrará o seu primeiro ponto de decisão. É uma bifurcação em que para a esquerda terá o caminho para a Cabana Verónica e seguindo em frente estará no bom caminho para o Hotel Refúgio Aliva.
É costume haver aqui umas placas indicativas com as referências dos trilhos e equipamentos como o dito hotel. 
Quando passo por estes pontos onde normalmente se acumulam alguns curiosos, gosto de ouvir as conversas, a cusquice toma conta de mim. Sem grande consciência de onde estão ou sobre os locais para onde estes postes nos mandam, estas pessoas dizem as coisas mais incríveis ou ,com olhar de alma vaga, fixam-se no horizonte imaginando para onde já não se atrevem a ir.
Andando mais 800m irá aparecer outra bifurcação em que a opção da esquerda é mais marcada e deve ser este o caminho que sugiro que escolha. Ambas as opções levam até ao seu destino e o trilho da direita até é mais rápido mas não é tão interessante. 
Espero que tenha escolhido a opção da esquerda.
Se assim foi, andará mais outros 700m e aparecerá uma primeira construção que se consegue ver na fotografias de destaque deste artigo, é o Chalet del Rey.
Se acha que o Rei tem aqui um Chalet para alguma situação marota longe dos olhares curiosos, fique sabendo que o seu pensamento não é original. Não há quem aqui tenha passado que não faça o mesmo comentário e não consigo confirmar ou desmentir essa situação ... pode bem ser.
O certo é que esta construção que servia de dormitório a engenheiros das minas de Áliva acolheu o Rei Alfonso XIII numa das suas idas à caça.
Se houver interesse sobre o passado mineiro da região, sugiro o acesso a este link: http://www.espinama.es/historia/mineria1.html
Mais uns minutos a descer e deverá começar a ver o Hotel Refúgio Aliva que é o seu destino.
Quando viajo gosto de provar a gastronomia local. Não sou nem quero ser original, aliás quero ter outros como eu para partilhar as iguarias, especialmente se pudermos usufruir de uma vista como a aqui podemos ter.
No seu pic aqui não poderá faltar “Queso de Cabrales” (http://www.quesocabrales.org/) para comer com um “pan de horno” asturiano e quanto ao vinho eu iria para um Rioja ou um Ribera del Duero cuja região não está muito longe dali, ambos com muito corpo e que combinam bem com o dito queijo. Se ao picnic adicionar umas “empanadas” galegas então é que a festa ficará montada.
Após a merenda será hora de retornar ao teleférico pelo mesmo caminho. Já irá mais leve depois de ter comido o picnic e com energia para gastar na subida.
Acima de tudo divirta-se em segurança com os seus amigos e família.
David Monteiro

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Refúgio Saboredo, Aigüestortes, Espanha

Encontrar uma cerveja a meio da montanha é como um sonho.

Não há quem faça trajetos de montanha que, atravessando uma montanha num dia de calor, não tenha dito “o que vinha agora a calhar era uma cerveja”. Se não disse é porque não gosta de cerveja e então é compreensível.
Acontece porém que, se tudo corre normalmente, esse desejado local para beber o néctar simplesmente não existe.
Procuramos o isolamento que a montanha nos dá mas ao mesmo tempo o que queremos é uma esplanada com uma bela cervejola … e se houver uns petiscos para acompanhar tanto melhor, é a festa completa.
Conhecendo o género humano português sei que ao ler isto uns quantos já estão a pensar contrariar este raciocínio … “eu quero um chá” … pois seja um chá que não fará qualquer diferença para o raciocínio em questão. Se não levarem o chá ou a cerveja, dificilmente encontrarão um “chiriguito” onde o/a dito e a palavra dificilmente não foi escrita ao acaso.
Quando caminhamos do Refúgio de Amitges para o Refúgio de Colomers, no Parque Nacional de Aigüestortes, nos Pirenéus espanhóis, a certa altura podemos passar pelo Refúgio de Saboredo e até parece que o nome apela a saborear qualquer coisa.
Como é normal, não refiro este encontro a ninguém dos grupos quando saímos do Amitges mas quando passamos pelo Saboredo é quase hora de almoço, talvez um pouco cedo, mas sempre em boa hora de comer a sandocha do picnic e é aqui que não falha a cervejinha … ou o chá.
O refúgio não se vê de longe quando caminhando nos aproximamos dele e de repente já estamos muito perto, é uma extraordinária surpresa.
A primeira vez que aqui passei quase não dava por ele de tanta neve que tinha pelo que da segunda também foi uma surpresa que aprendi para brincar com os grupos seguintes.
De uma casa de pedra já muito velha, hoje em dia é um belo espaço.
Já vou afiando os crampons ou as raquetes de neve para aqui voltar no início da próxima temporada e aí beberei … um chá :) ou será uma cerveja?
Bem hajam.
David Monteiro

Caminhar nos açudes do rio Alva, Portugal

Há uns anos liderei um conjunto de caminhadas em atravessavam os açudes do rio Alva.

Não sei quantos açudes terá o rio e nem é esse o objetivo neste momento.
O certo é que estas estruturas sempre me fascinaram pela sua força constante e pela sua presença não impeditiva que a água corra mas ao mesmo tempo criando uma acumulação e concentração de vida por abrandar a sua fluência.
Os percursos foram desenhados para cruzar o rio várias vezes caminhando em cima das represas pelo que o grande desafio foi conjugar a meteorologia o mais favorável possível com o caudal do rio Alva suficientemente forte para ter alguma massa de água que fosse interessante mas, ainda assim, que se deixasse cruzar sem que a água arrastasse os caminhantes enquanto estes caminhavam em cima dos açudes.
Os grupos de caminhantes eram constituídos sempre aceitando esperar pela melhor altura para ir fazer o percurso pedestre. Também há a considerar que essa “avaliação” era empírica e feita desde Lisboa mas com base na minha experiência nestas matérias.
O local escolhido para caminhar acabou por ser a área que está entre Hombres, Carregal e Ponte de Mucela na zona de Penacova.
Desenhei e caminhei várias versões do percurso dado que é uma zona com muitos trilhos de acesso a zonas de cultivo e optei por não seguir nenhum percurso previamente marcado. Não sei se existiam ou se existe algum ou não mas é muito provável que sim.
Sempre na procura do trajeto mais bonito, acabei por perceber que as várias versões eram todas interessantes, cada uma da sua maneira.
Onde começar? Talvez Fiúmes seja uma boa ideia mas sendo percursos circulares não é relevante onde é o início.
Estes trajetos têm entre 15,5 a 17Km e em termos de desnível podem variar entre 500m a 750m de desnível positivo acumulado. Dependendo do nível de dificuldade que se pretende assim escolho o trajeto específico.
Obrigado pela excelente companhia dos participantes.
David Monteiro