Encontrar uma cerveja a meio da montanha é como um sonho.
Não há quem faça trajetos de montanha que, atravessando uma montanha num dia de calor, não tenha dito “o que vinha agora a calhar era uma cerveja”. Se não disse é porque não gosta de cerveja e então é compreensível.
Acontece porém que, se tudo corre normalmente, esse desejado local para beber o néctar simplesmente não existe.
Procuramos o isolamento que a montanha nos dá mas ao mesmo tempo o que queremos é uma esplanada com uma bela cervejola … e se houver uns petiscos para acompanhar tanto melhor, é a festa completa.
Conhecendo o género humano português sei que ao ler isto uns quantos já estão a pensar contrariar este raciocínio … “eu quero um chá” … pois seja um chá que não fará qualquer diferença para o raciocínio em questão. Se não levarem o chá ou a cerveja, dificilmente encontrarão um “chiriguito” onde o/a dito e a palavra dificilmente não foi escrita ao acaso.
Quando caminhamos do Refúgio de Amitges para o Refúgio de Co…
"Some people see things as they are and say why. I dream things that never were and say why not?" George Bernard Shaw